Quando alguém vivencia um evento percebido pelo cérebro como ameaçador, o organismo ativa o sistema de defesa, acionando o sistema nervoso autônomo e preparando o corpo para sobreviver. Nesse momento, o organismo entra em um mecanismo de defesa (luta ou fuga). O corpo aumenta o estado de alerta, mobilizando energia e direcionando recursos para uma possível ação.
Quando o indivíduo não consegue reagir de forma eficaz diante desse evento ameaçador, a resposta fica incompleta. O sistema nervoso desorganiza-se, entra em um estado de congelamento e é nesse momento que o trauma se instala.
Dentro do método RAE (Resgate Anímico Emocional), compreende-se que a memória emocional congelada que causou o trauma não é reflexo apenas desta existência, mas está relacionada a experiências de outras existências do indivíduo. O método tem uma visão ampliada e enxerga o ser humano como um todo, considerando suas camadas: corpo, mente, emoções e alma.
A proposta do método é localizar a origem dessa memória emocional congelada e realizar o processo de descongelamento, reprogramação e liberação da emoção.
Ao modificar essa informação interna, o objetivo é que o sistema da pessoa, incluindo suas respostas emocionais e seu sistema nervoso, deixe de responder a partir daquele registro antigo, permitindo uma mudança nos padrões emocionais e comportamentais na experiência atual.
Assim, o método RAE parte da compreensão de que comportamentos repetitivos e dificuldades não são escolhas conscientes, mas respostas automáticas vinculadas a informações emocionais de outras existências, que precisam ser reconhecidas, reprogramadas e integradas.
O método não envolve nenhuma religião. Ele apenas considera a dimensão da alma, uma parte do ser humano que muitas vezes é ignorada por grande parte das abordagens tradicionais.
O método não busca impor crenças, mas olhar para o ser humano de forma integral, considerando também essa dimensão mais profunda da existência.
Hoje, através de estudos sobre experiências de quase-morte (EQM), existem relatos de pessoas que descrevem percepções de consciência além da experiência física durante momentos próximos ao fim da vida, trazendo clareza sobre a continuidade da consciência para além da jornada terrena.
Para acessar as memórias emocionais congeladas em outras existências, a criadora do método entra em um estado alterado de consciência limítrofe entre vigília e sono, que, com prática contínua, tornou-se uma habilidade desenvolvida ao longo do tempo.
Filiada à Associação Brasileira de Terapeutas Holísticos (ABRATH)
Graduada em Práticas Integrativas e Complementares de Saúde pelo Centro Universitário Internacional UNINTER
Formação Master em Hipnose Clínica e Hipnose Ericksoniana com certificação internacional
Formação em Psicologia Pré e Perinatal
Atuação com vasta experiência em terapias integrativas e abordagens complementares de saúde.
Quando alguém vivencia um evento percebido pelo cérebro como ameaçador, o organismo ativa o sistema de defesa, acionando o sistema nervoso autônomo e preparando o corpo para sobreviver. Nesse momento, o organismo entra em um mecanismo de defesa (luta ou fuga). O corpo aumenta o estado de alerta, mobilizando energia e direcionando recursos para uma possível ação.
Quando o indivíduo não consegue reagir de forma eficaz diante desse evento ameaçador, a resposta fica incompleta. O sistema nervoso desorganiza-se, entra em um estado de congelamento e é nesse momento que o trauma se instala.
Dentro do método RAE (Resgate Anímico Emocional), compreende-se que a memória emocional congelada que causou o trauma não é reflexo apenas desta existência, mas está relacionada a experiências de outras existências do indivíduo. O método tem uma visão ampliada e enxerga o ser humano como um todo, considerando suas camadas: corpo, mente, emoções e alma.
A proposta do método é localizar a origem dessa memória emocional congelada e realizar o processo de descongelamento, reprogramação e liberação da emoção.
Ao modificar essa informação interna, o objetivo é que o sistema da pessoa, incluindo suas respostas emocionais e seu sistema nervoso, deixe de responder a partir daquele registro antigo, permitindo uma mudança nos padrões emocionais e comportamentais na experiência atual.
Assim, o método RAE parte da compreensão de que comportamentos repetitivos e dificuldades não são escolhas conscientes, mas respostas automáticas vinculadas a informações emocionais de outras existências, que precisam ser reconhecidas, reprogramadas e integradas.
O método não envolve nenhuma religião. Ele apenas considera a dimensão da alma, uma parte do ser humano que muitas vezes é ignorada por grande parte das abordagens tradicionais.
O método não busca impor crenças, mas olhar para o ser humano de forma integral, considerando também essa dimensão mais profunda da existência.
Hoje, através de estudos sobre experiências de quase-morte (EQM), existem relatos de pessoas que descrevem percepções de consciência além da experiência física durante momentos próximos ao fim da vida, trazendo clareza sobre a continuidade da consciência para além da jornada terrena.
Para acessar as memórias emocionais congeladas em outras existências, a criadora do método entra em um estado alterado de consciência limítrofe entre vigília e sono, que, com prática contínua, tornou-se uma habilidade desenvolvida ao longo do tempo.
em outras existências, a criadora do método entra em um estado alterado de consciência limítrofe entre vigília e sono, que com prática contínua tornou-se uma habilidade desenvolvida ao longo do tempo.
Elisabete Borges
Terapeuta Integrativa
CRTHBR 16988
Filiada à Associação Brasileira de Terapeutas Holísticos (ABRATH)
Graduada em Práticas Integrativas e Complementares de Saúde pelo Centro Universitário Internacional UNINTER
Formação Master em Hipnose Clínica e Hipnose Ericksoniana com certificação internacional
Formação em Psicologia Pré e Perinatal
Atuação com vasta experiência em terapias integrativas e abordagens complementares de saúde.
“Não se deve sarar o corpo sem curar a alma. E essa é a razão pela qual a cura de muitas enfermidades não é obtida. Eis o grande erro dos nossos dias, isolarem a alma do corpo. Ignoram que eles são inseparáveis, e somente com um todo é que podem ser acordados”
Platão 427 a.c